[via Think Geek] Um must have para os fãs de emuladores. O GP2X Wiz foi desenhado especialmente como um sistema portátil de jogos, baseado em linux. O coração do aparelhinho é um processador ARM9 533MHz, "overclockado" para 800Mhz, o que deve dar a ele uma potência gráfica similar ao de um Zeebo. Não é grande coisa para um console, mas para um portátil como esse, é algo bem respeitável. O GP2X Wiz possui uma telinha OLED touchscreen de 2.8 polegadas com resolução QVGA (480 x 272 pixels) e oferece 1 Gb de espaço de armazenamento, que pode ser expandido através do uso de cartões de memória. O preço é bem interessante, apenas 179 dólares.
Sou totalmente contra a pirataria, como já deixei claro em vários outros posts nesse blog. Acho que a pirataria é danosa a todo mundo. Inclusive a nós, jogadores. E, de um ponto de vista ético, penso que a pirataria é sinônimo de roubo. Nem mais, nem menos. Talvez as pessoas não se dêem conta dessa verdade, já que o processo de roubar um software não envolve usar uma máscara e enfiar uma arma na cara de ninguém. Nem arrombar uma loja na calada da noite e depois fugir da polícia. Muito pelo contrário, todo o processo costuma ocorrer na santíssima tranquilidade do lar, enquanto a pessoa, de pijamão, vai devorando um pacote de Doritos e colocando fotos da família no Orkut. Não importa, é roubo do mesmo jeito. Ainda que o modo de se apossar ilegalmente do bem alheio seja mais seguro, mais asséptico e - talvez por isso mesmo - mais socialmente aceito.

É realmente lamentável quando você constata que um grande site prefere plagiar pura e simplesmente o trabalho de outra pessoa. Vejam esse artigo aqui, que é uma cópia descarada de um antigo post meu, "Começa a briga da Segundona: Zeebo versus PS2", postado pela primeira vez no meu blog original, o Wasner#Blog, em 01/04/2009, e reproduzido aqui no Wasner Games, quando fiz a separação da parte de games. Nem se deram ao trabalho de mudar o título. Um tal de "Stanley_ipikis" (claro, sob pseudônimo), assume a "autoria" da história. O sujeito alterou a ordem de alguns parágrafos, tentou inserir alguns trechos novos (se é que não copiou também de outras pessoas), mas a incompetência e preguiça são tamanhas, que a maior parte ficou por isso mesmo.
Não me importo de ser citado, nem mesmo que copiem um artigo meu. Mas pelo menos sejam éticos e dêem o devido crédito ao autor original. Algo costumeiro aqui no Wasner Games, que é minúsculo, é amador, mas é honesto.
[UPDATE] O Gamevicio reconheceu o problema e adicionou os créditos ao artigo. Agradeço a rapidez das providências e a amabilidade do staff.
Já faz algum tempo em que eu venho matutando sobre a possibilidade de comprar um notebook para minhas constantes viagens a trabalho. Primeiro, porque é essencial ter acesso à internet/email. Segundo, para editar textos, sejam do trabalho, da pós-graduação ou mesmo do blog. Terceiro, para reproduzir vídeos e músicas, pois ninguém é de ferro. E quarto - e talvez até o mais importante - executar jogos. Sim, jogos!
Mas não estou falando de qualquer tipo de jogo. Não desejo um notebook para rodar Crysis ou Fallout 3. Para isso, já tenho o meu desktop. Não. O objetivo aqui é voltar no tempo. É aproveitar os períodos ociosos no aeroporto ou no hotel para relembrar (e, em alguns casos, completar!) grandes clássicos do passado, como Baldur's Gate, Fallout, Ultima Underworld, Ultima VII, os adventures SCUMM da Lucas Arts, e muito mais. Além de cobrir certas lacunas imperdoáveis, como é o caso de Planescape: Torment (eu sei... eu sei...), Arcanum (da Troika), Temple of Elemental Evil (idem) e Pool of Radiance (o original "Gold Box", não aquela droga de remake da Ubisoft), para ficar em uns poucos (e bons) exemplos. Dessa forma, não tenho preocupação de adquirir uma enorme capacidade de processamento, ou uma tela muito grande. Pelo contrário. Um notebook menor seria até mais útil, seja pela portabilidade, seja por tornar aqueles gráficos pixelados em algo mais atraente.
O site pcgames.de trouxe uma interessante comparação gráfica entre os jogos Arcania: A Gothic Tale e Risen. A imagem acima é apenas um dos vários exemplos disponibilizados pelo site alemão. A comparação direta entre os dois títulos tem lá a sua razão de ser. Ambos possuem premissas, tecnologia, jogabilidade e ambientações parecidas. Ambos são RPGs sandbox de fantasia, ambientados em mundos medievais abertos à exploração do jogador. Ambos estão sendo conduzidos por desenvolvedoras alemãs - a Piranha Bytes e a Spellbound. A Piranha Bytes desenvolve Risen, mas antes ela era a responsável pela série Gothic, da qual Arcania é o mais novo exemplar - e que agora está à cargo da Spellbound. Tudo isso gera uma certa rivalidade entre os dois títulos que, além de tudo, ainda competem pelo mesmo nicho de mercado. Qual será o vencedor? Espero que nós, fãs de um bom RPG sandbox.
