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22/01/2010

Trailer de Lançamento de Mass Effect 2 (com imagens)

O Comandante Shepard está de volta. E com novos aliados.

Ele está chegando! Ele está chegando! Estou falando, claro, de Mass Effect 2, o segundo capítulo na saga de ficção científica da premiada Bioware, a rainha dos RPGs. Tive o prazer de jogar o primeiro game, que recebeu muitos prêmios e elogios rasgados da imprensa especializada (89/100 no Metacritic) e, devo acrescentar, com justiça. É um jogo altamente cinematográfico e com uma história bem interessante, ainda que um tanto clichê.

18/01/2010

Avatar versus Modern Warfare 2

(clique para ampliar)

[via Kotaku] Para quem ainda duvida que os videogames viraram assunto de gente grande, vejam que interessante essa comparação que o Business Management fez entre Avatar, o blockbuster bilionário de James Cameron, e Modern Warfare 2, a superprodução da Activision que também ultrapassou a marca de um bilhão de dólares em vendas. Sim, a indústria de games há muito não se restringe ao limitado público infantil. É hoje um negócio maior do que o cinema, e fonte de grandes lucros (além de empregos e impostos) para os países que apoiaram o seu crescimento.

É pena que o Brasil insista numa visão tacanha, moralista, paternalista, ultrapassada e autoritária e, imitando nossos alucinados companheiros bolivarianos, queira cercear nossos direitos mais básicos. Inclusive o de um adulto ter acesso ao material intelectual (e, sim, isso inclui os jogos eletrônicos) que ele bem entender. Essa é, claro, uma medida mais coerente com o DNA totalitarista do nosso país. Uma pena, pois poderíamos dar um exemplo aos nossos vizinhos e, sem cercear os direitos de ninguém, investir numa legislação que regularizasse a classificação etária dos games. Como já ocorre com o cinema, por exemplo. Da mesma forma que ninguém presenteia uma criança com um DVD de Taxi Driver ou O Silêncio dos Inocentes, o mesmo deveria ocorrer com jogos violentos e voltados para o público adulto. Mas enquanto prosseguir a miopia dos nossos governantes - e, sim, da nossa população em geral, que alegremente apóia a perda dos seus direitos - os outros países seguirão lucrando horrores e nós continuaremos perdendo o bonde da história. Como, aliás, já é a nossa tradição.

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12/01/2010

Torchlight (ou seria Diablo 2.5?)

Diablo, como a maioria deve saber, é uma famosa franquia de "RPG de Ação" da Blizzard. A série conquistou uma enorme legião de fãs com sua jogabilidade simples, porém viciante. Em Diablo não há histórias intrincadas, diálogos extensos com NPCs, ou combates táticos e complexos. Tudo é muito simples. Massacre todos os inimigos que conseguir, recolha os despojos, melhore suas armas e armaduras, suba o nível do seu personagem, avance. Não é preciso pensar muito, e nem é esse o objetivo do jogo - é só clicar, clicar, clicar, até dar cãibra no dedo. O que, por incrível que pareça, consegue ser divertido.

Torchlight é um clone competente e fiel de Diablo

Já tendo passado quase 10 anos desde que Diablo 2 foi lançado, é compreensível que os fãs tenham recebido com festa a notícia de que um terceiro título da série estava a caminho. Mas a alegria não durou muito. Logo a Blizzard anunciou que Diablo 3 só seria lançado em 2011, esfriando os ânimos dos jogadores que esperavam ansiosos pela oportunidade de mais uma maratona de clickfest, Diablo style. Para amenizar a tristeza e aproveitar o vácuo provocado pelo atraso, surgiu há pouco tempo um bom substituto para a tão aguardada sequência oficial. Trata-se de Torchlight, o clone (literalmente) mais bem sucedido da franquia, desenvolvido pela Runic. Detalhe importante: a Runic é composta por ex-funcionários da Blizzard, que foram membros da equipe de desenvolvimento de Diablo 1 e 2. É, pedigree Torchlight tem de sobra. Mas estará ele à altura de sua ascendência ilustre?

06/01/2010

Games X Violência Juvenil

O gráfico acima (clique para ampliar) já diz muito sobre a questão "Games aumentam a violência juvenil?".

Curioso sobre o tema? Mais detalhes podem ser encontrados no excelente e interessantíssimo artigo da revista Skeptical Inquirer, intitulado "Violent Video Games: Dogma, Fear and Pseudoscience". Confira aqui, graças à cortesia do amigo Aspen, a quem agradeço pela dica. Baixe o arquivo, renomeie para .zip e descompacte. Outra opção é ler o arquivo diretamente pelo CDisplay, familiar a qualquer um que goste de quadrinhos. Vale a pena conferir! Pelo menos o nosso prezado amigo, o senador Valdir "Proíbam os Games!" Raupp, deveria se dar ao trabalho de ler. Mas ele deve estar muito atarefado, procurando webgames obscuros que "justifiquem" a sua perseguição aos nossos direitos básicos.