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23/03/2010

Debut Trailer de The Witcher 2

Geralt está de volta! (imagem: Gamespot)

Finalmente apareceu o trailer-teaser de The Witcher 2, a sequência do melhor RPG de 2007 e uma das grandes revelações daquele ano. E já não era sem tempo. Desde que os créditos subiram ao final da minha longa jornada no fascinante e sombrio universo de Temeria, eu sabia que a espera seria difícil de suportar. E muita água ainda irá passar debaixo da ponte, antes que possamos viver novas aventuras na pele de Geralt de Rivia. Nenhuma data de lançamento foi comunicada ainda, mas segundo um preview exclusivo publicado hoje no Gamespot, o jogo deverá chegar às prateleiras nos meses iniciais de 2011. Snif! Bem, sempre podemos contar com Mass Effect 2 e Dragon Age: Origins para nos ajudar a passar o tempo mais rapidamente.

A seguir, o trailer inicial de The Witcher 2 (para versão HD, clique aqui):

16/03/2010

Vamos Censurar Deus?

O estudante Carlos Eduardo Sudfeld Nunes, o assassino covarde (e maluco de plantão) do genial cartunista Glauco, confessou que realizou o ato cumprindo um "chamado de Deus".

Pois é. Quando descobrem que o sujeito era fã de Counter Strike ou World of Warcraft, logo começa um coro histérico e generalizado, com o devido apoio da imprensa sensacionalista, querendo proibir ou censurar os jogos eletrônicos. Mesmo não havendo nenhuma relação provada de causa x efeito entre uma coisa e outra. Já nos inúmeros casos em que o indivíduo confessa estar agindo por "influência divina", ninguém fala em proibir ou censurar os cultos religiosos. É meio hipócrita isso, não? No mínimo.

Fato é: psicopata é psicopata. Não importa se o que dispara o seu rompante violento é um livro, uma música, um seriado de TV, um filme, um game, ou - até diria que na maioria dos casos - influências imaginárias de cunho esotérico, sobrenatural ou divino. Mais cedo ou mais tarde algo irá provocá-lo, independente da mídia utilizada, e a menos que nos transformemos em uma sociedade culturalmente estéril, como aquela representada em 1984, nada podemos fazer. A não ser, talvez, identificar esses casos com antecedência e dar a eles o tratamento médico adequado.

Pena que isso não seja algo óbvio e ululante para os oportunistas de plantão e detratores dos jogos eletrônicos em geral.