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Kotaku comenta The Witcher 2: Assassins of Kings

terça-feira, junho 22, 2010 José Guilherme Wasner Machado 1 Comentários Categoria: , , ,

The Witcher 2 é uma das grandes promessas para 2011 (fonte: Kotaku)

O Kotaku passou algum tempo jogando uma versão preliminar de The Witcher 2: Assassins of Kings na E3 desse ano. Não há grandes novidades em relação a outros previews já publicados pela imprensa especializada, mas vale destacar alguns pontos interessantes revelados pelo site:

  • O mundo inteiro do jogo estará aberto desde o início. Portanto, o jogador poderá ir aonde quiser, quando quiser. A reportagem não deixa claro se será um mundo contínuo, a exemplo dos jogos da Bethesda, ou fragmentado em regiões, como costumam ser os jogos da Bioware. A segunda hipótese é de longe a mais provável, se tomarmos como base o primeiro jogo. Ainda assim, não deixa de ser um avanço louvável. Só espero que as regiões não sejam canyons lineares, como tem sido a regra nos jogos mais recentes da desenvolvedora canadense.
  • Vocês se lembram dos horrorosos tempos de carregamento do primeiro jogo? Bem, eles se foram. Totalmente. Sim, após iniciar uma partida, não haverá mais nenhuma tela de loading. Inclusive nas transições de área. Considerando que o mundo do jogo estará totalmente disponível ao jogador desde o início, é uma afirmação e tanto. Mas até onde o Kotaku pode averiguar, parece corresponder totalmente à realidade.
  • O combate sofreu grandes modificações. Está muito mais fluido, e ainda mais fortemente direcionado à ação. É possível combinar cadeias de golpes de qualquer tipo, gerando combos impressionantes. Para agradar aos jogadores casuais, ou aqueles não muito afeitos a jogos de ação, haverá um modo "fácil", onde eles poderão se concentrar mais na história e menos nos combates.
  • As cartas com mulheres nuas, que representavam as conquistas amorosas de Geralt se foram. Infelizmente. Dessa vez os romances se integrarão de modo orgânico à história, garantindo uma experiência mais rica e profunda. Todavia, isso não significa que o tom maduro, o grande destaque do jogo original, foi banido para se alcançar um público maior. Não se preocupem. Toda a temática sombria e adulta que caracteriza o universo de The Witcher permanecerá intacta. Dessa forma, nem pense em dar esse jogo de presente para seu sobrinho de 12 anos.
  • Os gráficos estão ainda mais belos, e sem sofrer as quedas de framerate tão típicas do título original.
Ao que tudo indica, o sucesso da CD Projekt (The Witcher vendeu cerca de um milhão e meio de cópias) não foi mesmo por acidente. A empresa parece ter competência de sobra e um time realmente talentoso. The Witcher 2 se encontra num estágio muito promissor e, se confirmar as altas expectativas nele depositadas, será um dos grandes sucessos de 2011. Vamos torcer.

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1 comentários

  1. As cartas com mulheres nuas não acrescentava em nada ao jogo. Acho que era só para disfarçar os romances canastras que o jogo tinha. RPGs ocidentais ainda estão devendo um romance a lá Casablanca. Acho que o "romance plot" que eu mais me importei foi com jaheira em baldurs gate 2, e acho que só consegui alguma coisa no final do jogo. Já o Dragon Age me permitiu uma bigamia artificial com as mulheres(com exceção daquela velhinha conservada).

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