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31/05/2012

Jedi Knight: Jedi Academy - Uma Pequena Resenha


O Steam disponibilizou recentamente um imperdível pacote com todos os jogos da clássica série Jedi Knight. O preço está uma pechincha: apenas 13 dólares. Para aqueles que nunca tiveram contato com a franquia, mas gostam de jogos de ação e do universo de Star Wars, é uma boa oportunidade. Dos quatro títulos que compõem o pacote do Steam, eu só havia jogado Jedi Academy. Tinha excelentes lembranças do título e de algumas de suas fases mais marcantes. Aproveitei então a chance de revisitar esse antigo favorito. A ótima notícia: ele envelheceu muito bem.

18/05/2012

Por Uma Maior Variedade Temática nos RPGs

"Não devia ter matado Liara, Django..."

O gênero RPG oferece inúmeras possibilidades para se contar uma boa história. Pena que "variedade temática" não seja uma delas. A esmagadora maioria dos jogos, de uma década para cá (e mesmo antes disso), aposta no que chamamos de "high fantasy". Ou seja, o tradicional mundo "medieval", governado pela magia e pelas espadas, e recheado de elfos, orcs e anões. Elder Scrolls, Diablo, Kingdoms of Amalur, Dragon Age, Legend of Grimrock, Torchlight, World of Warcraft, The Witcher, Fable... a lista é gigantesca demais para se esgotar aqui. Outros títulos - em bem menor quantidade, note-se - procuram fugir desse lugar-comum, apostando na também familiar ficção científica. É o caso de Mass Effect, Deus Ex: Human Revolution, Star Wars: The Old Republic, Borderlands, Fallout, etc. Mas a ousadia não vai muito além disso.

Claro, existem algumas poucas exceções a essa regra. Podemos citar a abordagem "pirata" de Risen 2, ou o "steampunk" de Arcanum, mas a verdade é que, mesmo nesses casos, eles são por demais similares ao tema fantasia para representarem uma real diferença. São poucos os desenvolvedores que se arriscam a explorar caminhos radicalmente diferentes. É fácil de entender. RPGs são caros, demorados e complexos de se desenvolver. Quem deseja arriscar seu trabalho e seu pesado investimento em uma temática que pode não ser atraente ou familiar o suficiente para o grande público?

08/05/2012

Mass Effect 3: Uma Resenha


(atenção: essa resenha NÃO contém spoilers)

Com Mass Effect 3, a saga de Shepard e dos Reapers chega ao fim. É uma despedida triste. Não pelo controverso final (mais sobre isso adiante), mas simplesmente porque não tornaremos a encontrar aqueles personagens a que tanto nos apegamos. Mesmo com todos os problemas, os títulos da Bioware sempre tiveram sucesso em estabelecer um forte vínculo emocional com o jogador, e isso se deve muito aos seus protagonistas. Aqui não é diferente. Tali, Liara, Garrus, Miranda, Joker, tantos outros... vimos esses NPCs passarem de meros anônimos virtuais a companheiros cuja sorte nos interessa de perto.